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Desde pequeno, Pedro Neschling gostava de fazer pequenos filmes caseiros. Aos dezessete, ao terminar o colégio, foi para a Inglaterra para estudar. Fez dois cursos num período de seis meses, no Panico Studios e no Raindance Institute. De volta ao Brasil, começou a cursar cinema na Universidade Gama Filho, mas trancou após dois períodos. Nesse período, roteirizou, produziu e dirigiu seu primeiro curta experimental, “Vou Zoar Até Morrer” (2000). Logo em seguida, viajou para Timor Leste, onde foi assistente de direção e produção de um documentário sobre o país dirigido por sua mãe, Lucélia Santos. Voltando ao Brasil, assinou o roteiro do filme, que se chamou “Timor Lorosae – O massacre que o mundo não viu” (2001), pelo qual ganhou prêmio de melhor roteiro no Festival de Varginha e de lusofonia no CineEco, Festival de Serra da Estrela, Portugal. O filme está disponível em DVD. Em 2002, roteirizou, produziu e filmou seu segundo curta metragem, “As Vozes da Verdade”, com participação de Guilherme Karan, Raul Gazolla, Bruno Gagliasso e Ludmila Dayer. A fotografia do curta ficou a cargo do lendário Dib Lutfi. Como ator, participou de diversos curtas universitários, mas sua estréia profissional na tela grande foi em 2005, no longa “Um Lobisomem na Amazônia”, do ícone do terrir Ivan Cardoso. O filme está participando de diversos festivais e mostras no Brasil e no exterior, e ainda não tem previsão de lançamento comercial.
Em 2006, Neschling filmou “O Diário de Tati”, filme sobre o hilário personagem de Heloísa Perrissé, dirigido por Mauro Farias. Faz uma participação como Tom, o irmão da protagonista. O filme está pronto e deve ser lançado agora em 2007. Em 2007, Pedro fez o primeiro longa do diretor Caio Vecchio. Filmado em São Paulo, "Um Homem Qualquer" trará Neschling vivendo um ator obcecado pelo seu objeto de laboratório, o persongem de Eriberto Leão. O filme está em finalização. |
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